[quote=“GumeR”:3gh79utb]
Pelo menos em São Paulo, eu acho que existem poucos lugares e isso acaba fazendo com que mtas pessoas deixem de jogar[/quote]
Nisso eu discordo, se São Paulo tem poucos clubes, imagine os outros Estados que tem as vezes 1 clube só, ou dois, três clubes, e ainda muitas vezes sem técnicos.
[quote=“Carllos”:3gh79utb].
cara ñ tem o que fazer, tenis de mesa é esporte rídiculo para a midia, clinicas cursos etc…VOCE NÃO APRENDE NNADA!!!
VAI VC MESMO FAZER SUA PARTE AI ONDE MORA E ESQUECE O RESTO![/quote]
Muito motivador o seu post pra quem ta começando no esporte agora.
Se você não aprendeu NADA com clínicas e cursos em SP, não deu o valor que deveria, pois grande parte do aprendizado vem quando a sua vontade de aprender é grande.
E ninguém pode fazer a “sua parte” e esquecer o resto, as pessoas se preparam para jogar campeonatos estaduais, nacionais e alguns almejam internacionais também, não tem como não se envolver nos problemas que o tm enfrenta hoje se o atleta/técnico quiser buscar alguma competitividade, seja seleção brasileira ou seja seleção estadual.
[quote=“paulones”:3gh79utb]Seria um programa de formação de técnicos apoiado/patrocinado por algum fabricante, mas que NÃO FIQUE RESTRITO AOS AMIGOS PESSOAIS DOS DIRIGENTES DA CBTM.
[/quote]
Faltam técnicos no Brasil pra realizar a tão falada massificação do tm, pra aumentarem as probabilidades de surgirem atletas muito talentosos/esforçados que possam elevar o nível das competições nacionais.
Em sp os torneios estaduais tem muitos atletas, mas e nos outros estados? Torneio estadual com 30 atletas, 40 atletas , já somando todas as categorias. Com a massificação seria bem possível extrair da quantidade alguns talentos, e se aproveitados com certeza teríamos uma seleção cada vez mais forte, com gente de vários estados.
[quote=“MesaTM”:3gh79utb]acho q a primeira mudança é: o tecnico fazer o máximo para ajudar o atleta, e não tentando ganhar dinheiro emcima dele. se esse passo não for dado, não adianta fazer o resto.
[/quote]
É um ponto importante, o técnico não querer ganhar vantagens em cima das coisas que ele recebe de empresas públicas ou privadas para investir em infra-estrutura no seu clube para os atletas, não usufruir do dinheiro para próprio construindo novo negócio ou comprando bens materiais.
Mas tem técnico que é esforçado pra ajudar os atletas mas não recebe apoio nenhum, busca atleta em casa, deixa em casa, cobra mais barato, consegue material, isso sem conseguir apoio, o tecnico tira do bolso dele.
São poucos casos em que isso ocorre, mas não adianta também querer que os treinadores façam milagre se não existem muitos cursos pelo Brasil (não só em SP), formando novos técnicos.
Mais atletas precisam de mais técnicos para dar os treinos, aí são formados mais clubes e surgem mais atletas, mais competitividade, etc.